Recado

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Dicas para busca no Google



1. Esqueça a pontuação
Acentos, letras maiúsculas ou minúsculas – nada disso faz diferença nos resultados. E também não importa se você escreve com erros ortográficos. Isso porque o corretor automático do Google utiliza a grafia mais usada das palavras

2. Refine sua busca
Na própria página do Google há um botão para se ajudar as configurações das buscas, seja por país ou por idioma.
Também é possível fazer uma busca avançada, determinando, por exemplo, o período de tempo em que o conteúdo foi atualizado ou publicado ou ainda o formato do arquivo da informação procurada.

3. Não se esqueça das aspas
Para buscar por frases exatas, basta colocar a frase entre aspas. Mas tenha em mente que alguns resultados relevantes podem não aparecer ao se usar aspas. Por exemplo, se usá-las para procurar "Alexander Bell", não vão aparecer as referências a Alexander G. Bell.

4. Para buscar em um site específico
Se você está certo de que a informação que busca está em um site específico, basta digitar "site:" (sem aspas) antes do termo buscado. Exemplos: site: bbcbrasil.

5. Buscar por formatos
Se você está em busca de arquivos específicos - seja .PDF, .PPT ou .XLS -, acrescente o termo "filetype:" seguido da abreviatura de três letras do tipo de arquivo. Outra possibilidade é escolher o tipo específico de arquivo desejado na configuração avançada do Google.

6. Em busca de páginas relacionadas
Uma boa alternativa é usar o termo "related:" quando a ideia é encontrar uma página com conteúdo similar à de outra. Basta usar esse termo seguindo da URL do site.

7. Encontrando definições
Basta escrever "define:", seguido da palavra procurada para se obter diferentes descrições e definições dela.

8. Para fazer uma conta
Se você colocar uma equação matemática no box de busca, o Google fará as contas para você, te poupando o tempo de abrir a calculadora do computador.

9. Conseguindo resultados dentro de uma faixa específica de valores

Para isso, basta escrever dois pontos (..) entre os valores procurados. Por exemplo, se quiser comprar uma bolsa que custe entre entre 200 e 300 reais, escreva "bolsa R$ 200..R$ 300"


fonte: BBC

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Jean Piaget


(Neuchâtel, 9 de agosto de 1896 -
 Genebra, 16 de setembro de 1980)


  Jean Piaget iniciou sua extensa biografia no dia 9 de agosto de 1896 (data de seu nascimento), em Neuchâtel, na Suíça. Seu pai (Arthur Jean Piaget), um calvinista convicto, era professor universitário de Literatura medieval na Universidade de Neuchâtel. Desde criança interessou-se por mecânica, fósseis e zoologia. Jean Piaget foi uma criança precoce, tendo publicado seu primeiro artigo sobre um pardal albino aos 11 anos de idade. Esse breve estudo é considerado o início de sua brilhante carreira científica. Aos sábados, Jean Piaget trabalhava gratuitamente no Museu de História Natural.

Jean Piaget freqüentou a Universidade de Neuchâtel, onde estudou Biologia e Filosofia. Ele recebeu seu doutorado em Biologia em 1918, aos 22 anos de idade.

Após formar-se,  foi para Zurich, onde trabalhou como psicólogo experimental. Lá ele freqüentou aulas lecionadas por Jung e trabalhou como psiquiatra em uma clínica. Essas experiências influenciaram-no em seu trabalho. Ele passou a combinar a psicologia experimental - que é um estudo formal e sistemático - com métodos informais de psicologia: entrevistas, conversas e análises de pacientes.

Em 1919, se  mudou para a França, onde foi convidado a trabalhar no laboratório de Alfred Binet, um famoso psicólogo infantil que desenvolveu testes de inteligência padronizados para crianças. Notou que crianças francesas da mesma faixa etária cometiam erros semelhantes nesses testes e concluiu que o pensamento lógico se desenvolve gradualmente.

O ano de 1919 foi um marco em sua vida. iniciou seus estudos experimentais sobre a mente humana e começou a pesquisar também sobre o desenvolvimento das habilidades cognitivas. Seu conhecimento de Biologia levou-o a enxergar o desenvolvimento cognitivo de uma criança como sendo uma evolução gradativa.

Em 1921, voltou à Suíça e tornou-se diretor de estudos no Instituto J. J. Rousseau da Universidade de Genebra. Lá ele iniciou o maior trabalho de sua vida, ao observar crianças brincando e registrar meticulosamente as palavras, ações e processos de raciocínio delas.

Em 1923, o mestre casou-se com Valentine Châtenay uma de suas ex-alunas, com quem teve três filhas: Jacqueline (1925), Lucienne (1927) e Laurent (1931).Suas teorias foram, em grande parte, baseadas em estudos e observações de seus filhos que ele realizou ao lado de sua esposa.

 Em 1929, Piaget aceitou o posto de diretor do Internacional Bureau of Education e permaneceu à frente do instituto até 1968. Anualmente ele pronunciava palestras no IBE Council e na International Conference on Public Education, nos quais ele expressava suas teses educacionais.

Enquanto prosseguia com suas pesquisas e publicações de trabalhos, Jean lecionou em diversas universidades européias. Registros revelam que ele foi o único suíço a ser convidado para lecionar na Universidade de Sorbonne (Paris, França), onde permaneceu de 1952 a 1963.

Em 1964, o Pedagogo foi convidado como consultor chefe de duas conferências na Cornell University e na University of California. Ambas as conferências debatiam possíveis reformas curriculares baseadas nos resultados das pesquisas do mestre, quanto ao desenvolvimento cognitivo. Em 1979, ele recebeu o Balzean Prize for Political and Social Sciences.

Até a data de seu falecimento, fundou e dirigiu o Centro Internacional para Epistemologia Genética. Ao longo de sua brilhante carreira, escreveu mais de 75 livros e centenas de trabalhos científicos.

Jean Piaget (1896-1980) foi um renomado psicólogo e filósofo suíço, conhecido por seu trabalho pioneiro no campo da inteligência infantil. Ele passou grande parte de sua carreira profissional interagindo com crianças e estudando seu processo de raciocínio. Seus estudos tiveram um grande impacto sobre os campos da Psicologia e Pedagogia.

morre 
Sir Jean William Fritz Piaget em Genebra, em setembro de 1980 (com 84 anos).




Curiosidade sobre Jean Piaget 






  • O pai dele , Arthur Piaget, era professor universitário de literatura medieval;



  • Com apenas 10 anos publicou, em Neuchâtel, um artigo sobre um pardal albino que tinha observado num parque público;




  • Ainda com 10 anos ofereceu-se como voluntário para trabalhar no Museu de História Natural da sua cidade, onde etiquetava colecções de conchas;



  • Aos 22 anos, recebe o doutoramento em biologia;



  • Foi pela observação dos seus filhos que desvendou muitos dos enigmas da inteligência infantil;



  • Escreveu cerca de 70 livros e 300 artigos sobre Psicologia, Pedagogia e Filosofia_ a sua obra tem mais páginas que a Enciclopédia Britânica;



  • Quem pensa que ele começou a fumar em longa idade se engana, seu "companheiro" o cachimbo o acompanhou desde cedo.



  • Piaget recebeu inúmeros prémios onde se destacam o Nobel das Ciência Humanas (o prémio Roterdam), o titulo de Doutor “Honoris Causa” pela Universidade Rio de Janeiro e em 1936, a Universidade de Haward concede-lhe o título de “Doutor Honoris Causa”.



  • Vygotsky prefaciou a tradução russa de A Linguagem e o Pensamento da Criança, dePiaget, de 1923.



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    Pestalozzi

    (Zurique, 12 de janeiro de 1746 — Brugg, 17 de fevereiro de 1827 )
    Johann Heinrich Pestalozzi


    "O OLHO QUER VER, O OUVIDO ENTENDER, O PÉ CAMINHAR, A MÃO APANHAR. MAS O CORAÇÃO TAMBÉM QUER AMAR E CRER, O ESPIRITO PENSAR.”
             JOHANN HEINRICH PESTALOZZI
                      (O CANTO DO CISNE)
     Considerado um grande humanista e pedagogo, cuja Filosofia contribuiu para a educação moderna, que se prolonga até nossos dias.
     A sua ideologia acentuava na educação escolar, como complemento da família e como meio de preparação da educação para a vida.
    Podemos dizer que ele psicologizou a educação, pois um século antes do surgimento da psicologia infantil, Pestalozzi descobriu intuitivamente os princípios caracterizadores da educação nova. Posteriormente, a Psicologia confirmou experimentalmente a afirmação do autor, na medida em que diz que o papel parental é fundamental no desenvolvimento da criança.
    Ainda hoje o destino afectivo e social do indivíduo resulta da interacção física e psíquica entre o sujeito e a família.
    Pestalozzi, foi assim, considerado mentor e reformador da escola popular.

    Pestolazzi           
        Os acontecimentos sociais, culturais e políticos que comoveram a velha Europa durante a segunda metade do Século XVIII e as primeiras décadas do XIX, configuram o âmbito histórico dentro do qual surgiu a inteligência e a criatividade pedagógica de João Henrique Pestalozzi, influenciado nas suas leituras sobre Rousseau “Contrato Social e Emílio”. A subida do capitalismo industrial como forma predominante da produção social, a exaltação dos nacionalismos étnicos, históricos e religiosos e a aspiração de liberdade do romantismo nos campos da vida política e cultural dos povos, a vertente revolucionária capitalizada pela burguesia que desprezava o absolutismo feudal, entre outros fenómenos, forjaram e orientaram a aventura educativa do humanista suíço/alemão.
        O pensamento e entrega de Pestalozzi ainda ocupa, nos nossos dias, a atenção de filósofos, psicólogos e pedagogos, devido ao interesse que desperta uma das suas obras educativas mais transcendentes, isto se o julgarmos a partir da profunda influência que alcançou, indo, inclusive, mais além das fronteiras do século XIX europeu, até chegar aos educadores de hoje. Biógrafos, historiadores e críticos, reconheceram a generosidade e autenticidade dos sentimentos que guiaram as experiências pedagógicas do discípulo de Rousseau, inseridas numa época de profundas mudanças na sociedade e na cultura.
        Pestalozzi idealizou a possibilidade de libertar o povo e notabilizá-lo pela educação. A sua intenção de auxiliar os oprimidos, foi a razão porque passou a viver entre os camponeses dedicando-se à agricultura na tentativa do seu aperfeiçoamento para empregar como exemplo aos demais, com vista à independência económica.
        Foi na sua propriedade denominada Nuehof, que Pestalozzi recriou um asilo para as crianças pobres (albergando inicialmente cerca de 50), iniciando a sua carreira pedagógica.
        As crianças eram retiradas da sua mendicidade e na instituição atribuíam-lhes uma ocupação fácil, remunerada e eram instruídas nas suas horas de recreio. Pestalozzi preocupava-se em defender as crianças e os seus destinos emanando, nos anos seguintes, o exemplo de sacrifício em todas as instituições nos povos modernos.
        Esta instituição fechou após 5 anos pois os rendimentos não eram suficientes para suportar as despesas.
    Passados 18 anos, Pestalozzi abriu o asilo de Stanz, onde chegou a acolher cerca de 400 órfãos, continuando com a educação do povo. Em 1780 publicou o livro “Serões de um solitário”, tendo como pontos principais:

        -“1º O desenvolvimento de todas as disposições e forças humanas para uma existência independente e feliz. A força básica da instrução é a mesma para todos, e, segundo as possibilidades deve proporcionar-se a cada um, num total e são desenvolvimento.
        -2º A educação geral do homem como base da formação de cada estado e de cada vocação, derivada de toda a instrução e de toda a actividade que nos cerca. Deve haver uma subordinação da formação profissional à instrução geral do homem.
        -3º Desenvolvimento intuitivo, de uma penetração efectiva em oposição à simples substância das palavras.
        -4º Formação de um carácter virtuoso e de um sentimento religioso como fim supremo da educação.” Ainda vou ver, (ano). Enciclopédia (Vol.). Cidade:Editora.

        Seguidamente, ainda publicou os livros “Leonardo e Gertrudes”, em 1782, “Cristóvão e Elisa” e em 1791, as “Fábulas”.
        Após a revolução francesa, Stanz foi incendiada e centenas de crianças ficaram órfãs e abandonadas. O novo governo organizou em Stanz um orfanato sob a direcção de Pestalozzi.
        Perante tanta miséria e tristeza, Pestalozzi desempenhou o papel de pai e professor para todas aquelas crianças, dando todo o seu amor, afecto e dedicação.
        As crianças mais velhas foram formadas para serem mestres das mais novas. Estes princípios da escola de Stanz, influenciou as escolas dos nossos tempos, pois foi a partir deste asilo que iniciou a educação elementar, com a educação intelectual – o ensino moral, o ensino do coração e o ensino da mão. Os seus trabalhos pedagógicos giram em torno destes princípios, uma vez que Pestalozzi, preocupava-se com a necessidade de desenvolver as faculdades físicas e psicológicas, as quais são a base da educação primária moderna.
    No recomeço da guerra e com a ocupação da instituição por militares, as crianças foram-se dispersando.
        Em 1800, juntamente com o professor Krusi, Pestalozzi fundou, em Burgdorf, um novo instituto de educação, começando com a 1ª classe, onde obteve magníficos resultados com as crianças. Aqui escreveu sobre “As instruções para ensinar a ler” e “Como Gertudes ensinara seus filhos”, no qual salientava a importância da melhor forma de educar, evocando os principais erros, pois, o seu desejo era que o educador fosse como um segundo pai. A escola deveria ser uma continuidade da tarefa educativa do lar, pois a família é o ponto de partida para a educação. Estas acções, atraíram as atenções de pensadores europeus como Herbart.
        O Instituto de Burgdorf, teve a participação de vários colaboradores competentes, permitindo o alargamento do ensino por várias áreas (Química, Álgebra, Línguas, Geografia, etc.).
        Em 1805, o Instituto foi transferido para Yverdon. Aqui, os processos pedagógicos e a sua aplicação foram uma inspiração para vários pedagogos. Desde os recreios, trabalhos manuais, até aos passeios, eram um vasto leque de actividades acompanhadas pelos professores, num relacionamento de empatia, afeição e amor, entre professores e alunos.
         Em 1825, Pestalozzi deixou Yverdon, para regressar a Neuhof, juntamente com o seu colaborador Schimd, «A minha instituição, tal como nasceu em Burgdorf do seio do caos, tal como subsistiu em Yverdon numa disformidade sem nome, não era o fim da minha vida», disse Pestalozzi.
        Pestalozzi não desistira do seu sonho e ainda escreveu “O Canto dos Cisnes” e “Os meus Destinos”. Faleceu em 1827. Através do testemunho de discípulos e colaboradores, resume-se assim as principais ideias da pedagogia Pestalozziana:

        -“1ª Ideia da educação humana baseada em a natureza espiritual e física da criança;
        -2ª Ideia da educação como desenvolvimento interno, formação espontânea, embora necessitada de direcção;
        -3ª Ideia da educação baseada nas circunstâncias em que se encontra o homem;
        -4ª Ideia da educação social e da escola popular, contra a anterior concepção individualista da educação.
        -5ª Ideia da educação profissional, subordinada à educação geral.
    6ª Ideia da educação religiosa íntima, não -confessional;” (A pedagogia no século XVIII, pág. 178*).

    Certamente que, à luz dos nossos dias, muito pouco resta em pé da estrutura intelectual proposta por Pestalozzi, não quanto ao humanismo de uma pedagogia que soube congregar os avanços do pensamento filosófico e social, mas uma aventura de sentindo único na história moderna da educação.
        Os seus ideais “não representam hoje em dia mais do que um interesse de ordem histórica, referentes à finalidade e processos educacionais: paradoxos, poesia satírica, apóstrofes e efusões, permanecem, assemelhando-se à lava vulcânica, incandescentes sob uma camada mínima de metais. E é neste braseiro que ainda hoje se aviva a chama que em milhares de corações faz com que a profissão de educador (…) seja elevada à dignidade de um serviço de Deus na pessoa de criança.” (Chateau J., 1956, p.233)
        Pestalozzi, apresentava uma unidade orgânica no seu conjunto de pensamentos sobre educação, pela acção educativa e inspirado no seu espírito humanitário, ambicionando melhorar a qualidade de vida do povo.
        Mais tarde, com o surgimento das perspectivas psicológicas e pedagógicas, procurou-se um estatuto científico para a teoria e as práticas educativas, através dos princípios de Pestalozzi.
        Acentua-se, em todo o caso, que as ideias pedagógicas do humanista suíço/alemão representaram um valioso alento aos processos de abertura na modernidade no campo da educação e pedagogia.
        Entre Neuhof e Iverdon interpõem-se 50 anos de busca e trabalho, de experiência e paixão. A obra literária, recurso sempre eterno para olhar desde outra latitude o objectivo de estudo, permite a Pestalozzi a elaboração de um discurso em cuja trama se misturaram referências a toda a classe (teóricos, artísticos e religiosos), expostos com a teoria da época.
        As Escolas Novas (Montessori, Decroly, Freinet…) são baseadas nas filosofias e pedagogias que não se afastam dos princípios gerais de Pestalozzi (onde o ritmo, combinado com a leitura e a escrita, deixando a criança desenhar livremente, ensinando canto, geografia e moral, doseados sempre com um gesto de amor) que incorporavam avanços das ciências sociais e tecnológicas, observando certos aspectos que são abordados nas actividades, propondo métodos e técnicas específicas e experimentando novos modelos e sistemas.
        A contribuição de Pestalozzi neste processo é indiscutível, sendo valorizadas as suas reflexões ao redor do problema da criança e sua aprendizagem, sobressaindo o seu papel na experiência e aventura no conhecimento da educação e suas pedagogias.
        Hoje ao ver o sistema de lei de Bases do Sistema Educativo deparamo-nos com alguma semelhanças aos progressos de Pestalozzi, tais como:

        (Art.2º alínea 1) “Todos os portugueses têm direito à educação e à cultura, nos termos da Constituição da República.” e (Art.2º alínea 2) “É da especial responsabilidade do Estado promover a democratização do ensino, garantindo o direito a uma justa e efectiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares.”Também Pestalozzi lotou por uma educação igual para todos (pobres e ricos). Por este motivo Pestalozzi era conhecido como “o homem do povo” (Cruz, 2005)
      (Art.1º alínea 3) O sistema educativo desenvolve-se segundo um conjunto organizado de estruturas e de acções diversificadas…” a escola de Pestalozzi era organizada, flexível e simples, com as tarefas distribuídas durante o dia.
        (Art.2º alínea 3) “…garantido a todos os portugueses o respeito pelo princípio da liberdade de aprender e de ensinar, com tolerância para com as escolhas possíveis…” Condenou a educação exclusivamente teórica, intelectual e acreditava que as faculdades das crianças devem ser desenvolvidas de acordo com a natureza (cruz, 2005)
           Em 1805 ele mudou-se para Yverdon, no Lago Neuchâtel,
    e por vinte anos dedicou-se ao seu trabalho continuamente.
     Ali era visitado por todos que se interessavam pela educação,

    como Talleyrand, d'Istria de Capo, e Mme. de Staël.               

    Foi elogiado por Humboldt e por Fichte. Dentre seus discípulos
     incluem-se Denizard Rivail, Ramsauer, Delbrück, Blochmann,
     Carl Ritter, Froebel e Zeller.                                 
                   
        (Art.2º alínea 4) ”O sistema educativo responde às necessidades resultantes da realidade social, contribuindo para o desenvolvimento pleno e harmonioso da personalidade dos indivíduos, incentivando a formação de cidadãos livres, responsáveis, autónomos e solidários e valorizando a dimensão humana do trabalho.” e (alínea 5) “A educação promove o desenvolvimento do espírito democrático e pluralista”.também Pestalozzi acreditava que “a educação poderia mudar a terrível condição de vida do povo”.(Nascimento & Moraes, 2006)
        Art.5º alínea 1 b) “Contribuir para a estabilidade e a segurança afectivas da criança”, já no séc. XIX, a escola planejada por Pestaozzi “deveria ser não só uma extensão do lar como inspirar-se no ambiente familiar, para oferecer uma atmosfera de segurança e afeto.” (Ferrari, 2004).
        Art.5º alínea 1 c) “Favorecer a observação e a compreensão do meio natural e humano para melhor integração e participação da criança”, não é por acaso que Pestalozzi chegou a comparar o professor a um jardineiro, ele dava muita ênfase ao real, ao concreto aos sentidos, “o processo educativo deveria englobar três dimensões humanas, identificadas com a cabeça, a mão e o coração.” (Ferrari, 2004).
        Art. 5º Alínea1 d) “Desenvolver a formação moral da criança e o sentido da responsabilidade, associado ao da liberdade;”, na escola de Pestalozzi “os problemas disciplinares eram discutidos à noite, ele condenava a coerção, as recompensas e punições” (Zacharias, 2006)


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    quinta-feira, 18 de agosto de 2011

    Maria Montessori

    Maria Montessori

    Natural de Chiaravalle, Província de Ancona, nasceu a menina a quem a Educação mundial deve tributos. Filha de Alessandro Montessori e de Renilde Stoppani, Maria Montessori encontrou na família lastro cultural e financeiro para investir na sua formação e tornar-se uma árdua defensora dos seus princípios, posicionamentos e direitos enquanto ser humano e mulher.
        Teve uma vida marcada por sofridas conquistas, definidas por uma ousadia transgressora de seu tempo sócio-cultural-político-científico.
        Mas isso não impediu que tivesse sempre apoio e sustentação para enfrentar os seus desafios em busca dos seus ideais, na conquista e na procura da realização daqueles que eram os seus valores fundamentais.
    Maria Montessori ainda era criança quando a sua família se transferiu para Roma, abrindo maiores oportunidades para o seu crescimento pessoal e para a sua formação educacional e profissional.
    Na adolescência revelou o seu ímpeto e determinação quando, decidida a ser engenheira, quis mudar de escola e estudar num técnico no qual havia mais matemática e a possibilidade de trabalhar na elaboração de projectos. Foi para a Escola Técnica Michelangelo Buonarroti, instituição de atendimento de rapazes na qual ficava em situação de marginalização, não tendo tido a oportunidade de compartilhar integralmente do convívio e das condições de igualdade com o género masculino nas actividades de formação em curso.
        Dessa experiência pôde depreender alguns de seus desinteresses e algumas das suas certezas. Constatou que não queria mais enveredar pelos caminhos da Engenharia e teve a possibilidade de reconhecer a sua verdadeira identificação profissional, teve a certeza de querer trabalhar com e pelos seres humanos. 


        A formação pessoal e académica de Maria Montessori regista vários títulos. Em 1890 obteve o título de licenciada na cadeira de físico-matemática; já em 1892 diplomou-se em Ciências Naturais pela Faculdade de Ciências Físicas, Matemáticas e Naturais da Universidade de Roma.
        Contrariando frontalmente e correndo o grave risco de discriminação pela sociedade e a cultura da sua época, enfrentando os limites de espaços e profissionalização demarcados pelo género masculino, a jovem obstinada inscreveu-se no curso de Medicina e Cirurgia da Universidade de Roma, onde se diplomou em 29 de Julho de 1896, tornando-se a Primeira mulher italiana a obter tal título, o de médica.
        A conquista tornou-a popular na Itália e Montessori, um mês depois de formada, foi convidada a representar o seu país no Congresso Internacional dos Direitos da Mulher em Berlim, no qual defendeu a igualdade de condições entre os géneros em termos de formação, actuação e remuneração. Sob este aspecto participou pouco tempo depois noutro congresso, mas este em Londres.
        No regresso a Roma, ainda em 1896, a jovem Drª foi convidada a trabalhar com crianças com anomalias, na Clínica psiquiátrica da Universidade de Roma. Deparou-se com uma turma de deficientes mentais que viviam em condições absolutamente desfavoráveis para o seu desenvolvimento.
        A formação na área médica, o contacto com os estudos do médico francês Jean Marie Gaspard Ytard e também de Eduardo Séguin auxiliaram-na a estruturar o trabalho na Clínica Psiquiátrica. A sua actuação e contacto com as crianças deficientes permitiram a Montessori a elaboração de várias teses que serviram de base para a sua proposta pedagógica.
       As elaborações desses autores permitiram o desenvolvimento de uma Pedagogia denominada como Pedagogia da Reparação, baseada, sobretudo, no desenvolvimento das capacidades sensoriais como condição de melhor prover o desenvolvimento cognitivo no seu todo.
        Franco Cambi (1999), revela o processo de elaboração da Pedagogia da Recuperação, desenvolvida para integrar e desenvolver os deficientes, que fora iniciado por Ytard e que obtivera contribuições consideráveis de Séguin e Montessori.
        O caso do rapaz selvagem de Aveyron, tratado por Itard no início do século XIX, continua exemplar, apesar da impossibilidade da completa recuperação de Víctor ( um rapaz de doze anos encontrado num bosque e criado por lobos) sobretudo em relação à linguagem. Depois, através de Séguin e de Maria Montessori, as técnicas de recuperação aperfeiçoam-se, partindo sempre de um pressuposto de tipo sensorial (formar a mente através dos sentidos), para complicar-se entre os séculos XIX e XX com as contribuições da psiquiatria infantil e da psicanálise, que activam procedimentos bastante diversos de recuperação, de tipo interactivo entre deficientes e terapeuta/professor, de tipo fortemente emotivo além de técnico-sensorial, ligado sobretudo ao jogo.(...) Nasceu, assim, uma pedagogia especial, ortoépica e da recuperação, altamente especializada, mas também vinculada às grandes temáticas da pedagogia, sobre as quais lança luzes (não só sobre a aprendizagem, mas também sobre a comunicação infantil, sobre o conhecimento das necessidades primárias da infância).(p.388)


        A proposta pedagógica e mais tarde a metodologia complexa de Montessori tiveram a sua génesis sobretudo na relação estabelecida entre a sensação, o intelecto e a vontade que deveriam ser tratados de maneira interligada, por meio da educação sensorial, num ambiente mais livre e estimulante. Revela-se a origem da importância dada por Montessori às actividades sensório-motoras, que deveriam fortalecer a autonomia infantil, a individualidade do ser e seu processo de socialização/adequação ao meio.


        Inspirada nos fundamentos científicos dos autores citados, além do contacto com os estudos do antropólogo Sergi, referentes aos processos de observação das realizações infantis e nos melhores momentos para propiciar aprendizagens, Montessori desenvolveu o método da educação moral para as crianças deficientes, apresentado com sucesso no Congresso Pedagógico de Turín, em 1898. Nessa época, foi convidada pelo Ministro da Instrução Pública para uma série de conferências às professoras de crianças com anomalias, que constituíram a semente do que posteriormente se transformou na Escola Normal, instituição dirigida por Montessori durante alguns anos. 
        Revela-se, assim, na história de vida de Maria Montessori o interesse, a preocupação e crédito de necessário investimento na formação de professores, a quem sempre dedicou atenção especial na definição do papel que deveriam assumir frente às crianças, fossem elas deficientes ou não.
        Pressuposto básico da sua Pedagogia assenta na tese desenvolvida de que entre as crianças deficientes e as normais existiria uma correspondência de comportamentos, respostas que ocorreriam apenas em momentos e ritmos diferentes, ou seja, nos deficientes o ritmo e os tempos seriam mais lentos que nas crianças ditas normais, mas ambas teriam a chance de atingir vários níveis de aprendizagem e desenvolvimento. Tal afirmação pode ser identificada nas próprias colocações de Montessori expressas na obra intitulada: Pedagogia Científica(1965).


        Quando, em 1898 e 1900, me consagrei à instrução das crianças excepcionais, tive logo a intuição de que esses métodos de ensino não tinham nada de específico para a instrução de crianças excepcionais, mas continham princípios de uma educação mais racional do que aqueles que até então vinham sendo usados, pois que uma mentalidade inferior era susceptível de desenvolvimento. Esta intuição tornou-se minha convicção depois que deixei a escola dos deficientes; pouco a pouco adquiri a certeza de que métodos semelhantes, aplicados às crianças normais, desenvolveriam as suas personalidades de maneira surpreendente.(p. 28)


        O interesse pela Psicologia, Antropologia e Ciências da Educação rendeu a Maria o título de doutora em Ciências Médicas, prémio atribuído pela Real Universidade de Roma, recebido no dia 29 de Julho de 1898, exactos dois anos após a conquista da finalização do curso de Medicina.
        A elaboração da Pedagogia Científica, elaborada, vivenciada e defendida por Maria Montessori, foi desenvolvida a partir de seu contacto directo e de observação com cerca de cinquenta crianças na faixa etária dos 3 aos 6 anos, pertencentes a um bairro pobre da cidade de Roma, intitulado San Lorenzo. 
        Em fragmentos das suas lembranças, Montessori, na obra “A criança”, assim descreve a origem das suas experiências com crianças normais, os princípios e primórdios de seu método, os seus sentimentos e compromissos com a criança, a partir da organização dos abrigos populares ocorridos em Roma no ano de 1906.


    Em 6 de Janeiro de 1906 foi inaugurada a primeira escola para crianças pequenas dos três aos seis anos de idade – não posso dizer com o meu método, porque este ainda não existia, mas ali em breve nasceria. Naquele dia, porém, havia apenas cerca de cinquenta crianças desfavorecidas, de aspecto rude e tímido, muitas delas chorando, quase todas filhas de analfabetos, que tinham sido confiadas aos meus cuidados.


         O projecto inicial era de reunir os filhos pequenos de operários que residiam num conjunto de habitações populares, a fim de que não ficassem abandonadas pelas escadas, não sujassem as paredes e não criassem desordem. Para isso, reservaram uma sala no próprio conjunto, para servir de refúgio, de creche. E fui chamada a encarregar-me daquela instituição que “poderia ter um bom futuro.” (p.134)


        Foi assim que o acaso me fez encontrá-las. Eram crianças choronas, medrosas, tão tímidas que não se conseguia fazê-las falar, rostos inexpressivos, olhar espantado, como se nunca tivessem visto nada na vida. Eram, com efeito, pobres crianças abandonadas, crescidas em casas miseráveis e escuras, sem um estímulo psíquico, sem qualquer cuidado. Pareciam mal nutridas aos olhos de todos e não era preciso ser médico para perceber que tinham necessidade urgente de alimentação, de vida ao ar livre e de sol. Flores fechadas, mas sem a frescura dos botões – espíritos encerrados em invólucros fechados. (p.135-6)


        Não obstante, empenhei-me em tentar uma educação científica dos sentidos, a fim de testar as eventuais diferenças de reacções entre as crianças ditas normais e as deficientes, e, sobretudo, para procurar uma correspondência, que se me afigurava interessante, entre as reacções de crianças sem anomalias mais jovens e de crianças deficientes de idade maior. (p.137)


        Por causa da situação de vida bastante adversa vivida por essas crianças, das experiências vivenciadas e das conquistas alcançadas com o trabalho desenvolvido pela Drª Montessori foi aí que, a partir de Janeiro de 1907, numa iniciativa realizada pelo Instituto Romano de Beni Stabili, se criou a primeira “Casa dei Bambini”, Casa das Crianças. Tal experiência permitiu o aflorar embrionário de uma nova Pedagogia, a Pedagogia Científica, baseada no Método Experimental e sustentada por várias teorias que iriam arrastar muitos apoiantes e também numerosos opositores, entre formadores, pedagogos, psicólogos e estudiosos que criaram diversificadas teorias e contra-correntes sustentando o aperfeiçoamento ou a critica profunda a estes métodos todas elas baseadas em inúmeros trabalhos e observações.
        A proliferação do trabalho de Montessori foi ganhando vulto e divulgação e outras “Casas” foram abertas no mesmo ano e nos anos seguintes. A proposta da Pedagogia Científica fincava-se na necessidade de ir além do diagnóstico dos problemas educacionais e prover uma nova escola.
    Segundo Montessori (1965), essa nova escola deveria desenvolver um olhar e procedimentos diferentes frente à situação educacional.


    ...é a solução dos problemas que ela deve aportar, e não só a evidência das dificuldades e dos perigos, tanto tempo ignorados dos responsáveis pela educação das crianças. (p.40)


        É necessário que a escola permita o livre desenvolvimento da actividade da criança para que a pedagogia científica nela possa surgir: essa é a reforma essencial. ( p.16)


        O ano de 1898 foi ainda marcado por mais uma ousadia de Montessori, além da formatura no curso de Medicina. Nesse ano, ocorreu o nascimento de seu único filho, Mario Montessori, gerado de um relacionamento com o colega de trabalho na Escola Normal, o também médico Montesano fazendo entre eles um acordo que permitiu que continuassem solteiros, algo que era criticado e discriminado pela sua sociedade.
        Anos mais tarde Montessori fugiu para uma fazenda nos arredores de Roma já que passou a ter que enfrentar a Itália Fascista que a desconsiderou e se opunha à sua revolução educacional. Mais tarde devido ao exílio forçado por Mussolini, Montessori e a sua família fazem a sua retirada para outro país europeu, ficando sediados em Barcelona onde as suas propostas eram já bem aceites e difundidas.
    Mário Montessori tornou-se um admirador excepcional da sua mãe e esse amor foi reconhecido pelo seu longo ideário didáctico-pedagógico e politico que teve forte desenvolvimento ao longo dos anos.


        Posteriormente, numa das suas viagens de divulgação dos seus métodos, Maria conheceu Gandhi em Londres que lhe sugeriu a necessidade de educar todo um povo, sobretudo a “casta dos intocáveis” que era a classe mais pobre do seu país, a Índia.
        Motivada pelo desafio, Montessori segue com seu filho para a Índia em 1939, tendo lá crescido muito, porém tendo também vivido muitos problemas.
        Apesar de reconhecida e com um trabalho bastante valorizado nesse país, em 1940 a Índia entrou na Segunda Grande Guerra Mundial contra Hitler, contra a influência Nazista e Fascista no mundo, deixando-a numa situação pouco confortável por estar num país em guerra com o seu país de origem e que fez questão de a tratar como uma italiana igual aos italianos que eles combatiam.
        Maria e Mário são mantidos reclusos, sem direito à liberdade, liberdade essa que se havia tornado bandeira de vida para ambos. Os ingleses, porém, reconhecendo o valor de Montessori e a sua idade já avançada, permitiram que ela continuasse o seu trabalho mesmo fora do local de reclusão, mas não lhe permitiram a saída do país. No dia de seu aniversário, quando completou setenta anos, os ingleses presentearam-na com a libertação do seu filho. A libertação de Mário fez-se nos mesmos moldes da oferecida à sua mãe, ou seja, liberdade tutelada.
        O contacto com os indianos, os princípios da sua filosofia em constante contacto com a metodologia foram incorporados à sua proposta: a introspecção, a importante educação cósmica, a educação para a paz, o silêncio, a normalização, a harmonização, o auto-controlo e a condição de educar-se. O reconhecimento de que cada ser humano tem um papel a desempenhar no cosmo e precisa buscar a sua harmonia para se realizar.
        Pelo exemplo de vida, pela obra em favor da paz mundial a Drª Maria Montessori foi indicada duas vezes ao Prémio Nobel da Paz, em 1948 e 1949. Nesse período já fazia parte dos grupos de trabalho mantidos pela UNESCO.
         Mesmo com idade já adiantada, aos oitenta anos, a grande educadora que tanta preocupação e interesse demonstrou e devotou à criança, ainda reservou forças para ministrar o seu último curso internacional que ocorreu em Londres, cujo tema foi: “Educação como um apoio ao desenvolvimento natural do psiquismo da criança do nascimento à universidade”.
         Na Holanda, na cidade de Noordwyk, em 06 de maio de 1952, aos oitenta e dois anos de idade, faleceu Maria Montessori, porém continuam ainda hoje, por todo o mundo, os seus ideais e a sua proposta pedagógica. Esta era para ela a maior tarefa da Escola, a de constituir-se numa verdadeira ajuda à vida tendo como base de expansão da mesma, a liberdade, actividade e individualidade.


         "Se a ciência começasse a estudar os homens, conseguiria não só fornecer novas técnicas para a educação das crianças e dos jovens, mas chegaria a uma compreensão profunda de muitos fenómenos humanos e sociais que estão ainda envolvidos em espantosa obscuridade. A base da reforma educativa e social, necessária aos nossos dias, deve ser construída sobre o estudo científico do homem desconhecido."


        Os seus processos metodológicos e as suas filosofias podem ser encontradas em diversos e diversificados livros, sendo impossível fazer qualquer tipo de resumo a algum deles. Interessante é que na base da Escola Nova estão alguns princípios que já li em Quintiliano ou Parménides tantos séculos atrás e fico intrigado como as sociedades tiveram tamanho retrocesso ao ponto de não aceitarem os pressupostos antigos em prol de dogmas e estatutos oligárquicos que poderiam ser colocados em causa com essas reformas e pensamentos.


        Maria Montessori construiu a sua história pessoal, intelectual e científica dedicando-se por mais de meio século ao estudo e à pesquisa do mais fundamental e difícil problema do homem, a sua formação; porque considerava que só através dela seria possível agir diante de questões decisivas da vida, sua conservação e o seu desenvolvimento.
        Até à sua morte viveu de maneira concreta e apaixonada a história de seu próprio tempo, imersa na sua luta e na sua conquista, concebendo e experimentando novas alternativas, contestando as tradições e os dogmas, lançando-se com coragem às novas necessidades e às novas perspectivas da Educação, da Criança e da Humanidade.





    Texto alterado por mim mas com transcrições de Maristela Angotti, Professora Doutora da Faculdade de Ciências de São Paulo. Inspirado por uma conferência de um professor brasileiro na minha faculdade, ainda no resultado da semana cultural, decidi basear-me no texto dessa doutora.
    Posted by longtakk at março 12, 2006 04:28 PM 
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